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May 17, 2006
SouthAmerica: According to an article published today by a major newspaper in Sao Paulo - For 85 percent of the population in Sao Paulo the violence affected their daily family routine.
From Friday night to Tuesday they burned 111 buses and many companies stopped running their buses because they were afraid that they would be burned as well â as a result making life very hard for 83 percent of commuters.
About 77 percent of the people in Sao Paulo are worried about the safety of their family and friends during the current gang war that the drug dealers are waging against the police.
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âPara 85%, a violência afetou rotina da famÃliaâ
A Folha de Sao Paulo â May 17, 2006
A rotina da famÃlia foi afetada pela onda de violência de anteontem na opinião de 85% dos entrevistados pelo Datafolha. Foi a rotina mais afetada quando se tenta aferir o impacto dos ataques no cotidiano do paulistano.
O transporte aparece logo em seguida, em conseqüência dos 111 ônibus incendiados e das linhas que não circularam por temor de que os veÃculos fossem alvos de ataques. A locomoção foi afetada pela ação do PCC na opinião de 83%. Já a rotina do trabalho foi alterada segundo 72%.
A rotina que sofreu menos alteração foi a dos estudos: 61% dizem que não mudaram o seu dia-a-dia nessa área, apesar das dezenas de escolas e universidades que dispensaram os alunos.
A apreensão quanto à segurança de parentes e amigos deixou 77% dos paulistanos muito preocupados. Apenas 7% dos moradores da capital declararam não ter preocupação.
Inseguros e com medo, muitos tentaram entrar em contato com familiares por telefone. A sobrecarga no sistema provocou uma pane no sistema de telefonia celular e impediu muitas ligações de serem completadas.
â¦A grande fonte de informação para os paulistanos foi a TV: 80% recorreram a esse meio para se informar, de acordo com o Datafolha. Muitos canais suspenderam a programação normal para enfatizar a cobertura da crise; outros adotaram flashes durante a programação.
Muito medo
Para 46% dos entrevistados, os episódios dos últimos dias causaram "muito medo", enquanto 33% citam "pouco medo" e 21% "nenhum medo". Entre as mulheres, o percentual das que dizem ter sentido "muito medo" atinge 60%. Já entre os homens esse Ãndice cai pela metade --31%.
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May 17, 2006
SouthAmerica: According to an article published today by a major newspaper in Sao Paulo - For 85 percent of the population in Sao Paulo the violence affected their daily family routine.
From Friday night to Tuesday they burned 111 buses and many companies stopped running their buses because they were afraid that they would be burned as well â as a result making life very hard for 83 percent of commuters.
About 77 percent of the people in Sao Paulo are worried about the safety of their family and friends during the current gang war that the drug dealers are waging against the police.
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âPara 85%, a violência afetou rotina da famÃliaâ
A Folha de Sao Paulo â May 17, 2006
A rotina da famÃlia foi afetada pela onda de violência de anteontem na opinião de 85% dos entrevistados pelo Datafolha. Foi a rotina mais afetada quando se tenta aferir o impacto dos ataques no cotidiano do paulistano.
O transporte aparece logo em seguida, em conseqüência dos 111 ônibus incendiados e das linhas que não circularam por temor de que os veÃculos fossem alvos de ataques. A locomoção foi afetada pela ação do PCC na opinião de 83%. Já a rotina do trabalho foi alterada segundo 72%.
A rotina que sofreu menos alteração foi a dos estudos: 61% dizem que não mudaram o seu dia-a-dia nessa área, apesar das dezenas de escolas e universidades que dispensaram os alunos.
A apreensão quanto à segurança de parentes e amigos deixou 77% dos paulistanos muito preocupados. Apenas 7% dos moradores da capital declararam não ter preocupação.
Inseguros e com medo, muitos tentaram entrar em contato com familiares por telefone. A sobrecarga no sistema provocou uma pane no sistema de telefonia celular e impediu muitas ligações de serem completadas.
â¦A grande fonte de informação para os paulistanos foi a TV: 80% recorreram a esse meio para se informar, de acordo com o Datafolha. Muitos canais suspenderam a programação normal para enfatizar a cobertura da crise; outros adotaram flashes durante a programação.
Muito medo
Para 46% dos entrevistados, os episódios dos últimos dias causaram "muito medo", enquanto 33% citam "pouco medo" e 21% "nenhum medo". Entre as mulheres, o percentual das que dizem ter sentido "muito medo" atinge 60%. Já entre os homens esse Ãndice cai pela metade --31%.
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